sexta-feira, 23 de outubro de 2015
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Pote de cola
Exercício em que os estudantes de clown devem simular que
estão em um pote de cola. Com o advento da tecnologia este exercício também ficou conhecido como "câmera lenta" por alguns.
Observações:
Um pote de cola não é um pote de
água! Portanto,os movimentos não são os mesmos e nem têm a mesma velocidade. Os estudantes de clown devem sempre lembrar de que é o corpo todo que está dentro do pote,então
tudo é feito lentamente,até mesmo as expressões do rosto e o piscar dos olhos.
Além disso, o
aplicador vai dando ordens para os alunos,como correr, pular corda e etc.Como
estão num pote de cola tudo deve ser feito d e v a g a r.
Dificultador:
Ao critério do aplicador, se o estudante "esbarrar" em alguém
DEVE grudar nesse alguém e se soltar apenas ao FINAL do exercício.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
De volta pra casa, a rua!
Depois de um tempo hibernação pra queimar umas gordurinhas, O Gandaiá está de volta com suas apresentações de rua com o espetáculo "Como Panquecas", que agora volta na nova versão 2013plus, depois de mais um ano de apoio do Projeto Ademar Guerra, dessa vez com a orientação artística de Ernani Sanchez (no ano passado fomos orientados por Alexandre Dal Farra).
Por enquanto vamos para uma única apresentação em Indaiatuba, que será no dia 27 de outubro, as 17h, no Parque Ecológico, no trecho que fica ao lado do CIAEI (Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665, Indaiatuba/SP). Pra facilitar a vida dos lúdicos, é ao lado do pedalinho!
Esperamos vocês para formaram uma roda imensa e aproveitar pra comemorar 5 anos de Gandaiá.
Como Panquecas, dia 27/10, as 17h, no Parque Ecológico.
"Como Panquecas", apesar do nome, não é uma peça sobre culinária. É, sim, uma história absolutamente 'ficcional' sobre o trabalho e suas relações de (pequeno) poder. A peça - escrita, montada e encenada por um bando de palhaços - mostra a vida de três proletários babacas supervisionados por um carrasco carente sob a tutela de um chefe ganancioso e exótico. A montagem foi realizada com o apoio artístico do Projeto Ademar Guerra. E as panquecas? Bem, só assistindo pra comer, quer dizer, saber!
Ficha Técnica:
Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Elton Rigotto Genari, Gabriel Cavalli, José Olegário Neto, Marcus Mazieri e Vinicius Dantas Denny
Cenografia e Figurino: Grupo Gandaiá
Sonoplastia: Coletiva
Produção: Bruno Ferreira e Marcus Mazieri
Apoio Artístico: Projeto Ademar Guerra
Orientação Artística: Alexandre Dal Farra e Ernani Sanchez
Por enquanto vamos para uma única apresentação em Indaiatuba, que será no dia 27 de outubro, as 17h, no Parque Ecológico, no trecho que fica ao lado do CIAEI (Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665, Indaiatuba/SP). Pra facilitar a vida dos lúdicos, é ao lado do pedalinho!
Esperamos vocês para formaram uma roda imensa e aproveitar pra comemorar 5 anos de Gandaiá.
Como Panquecas, dia 27/10, as 17h, no Parque Ecológico.
"Como Panquecas", apesar do nome, não é uma peça sobre culinária. É, sim, uma história absolutamente 'ficcional' sobre o trabalho e suas relações de (pequeno) poder. A peça - escrita, montada e encenada por um bando de palhaços - mostra a vida de três proletários babacas supervisionados por um carrasco carente sob a tutela de um chefe ganancioso e exótico. A montagem foi realizada com o apoio artístico do Projeto Ademar Guerra. E as panquecas? Bem, só assistindo pra comer, quer dizer, saber!
Ficha Técnica:
Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Elton Rigotto Genari, Gabriel Cavalli, José Olegário Neto, Marcus Mazieri e Vinicius Dantas Denny
Cenografia e Figurino: Grupo Gandaiá
Sonoplastia: Coletiva
Produção: Bruno Ferreira e Marcus Mazieri
Apoio Artístico: Projeto Ademar Guerra
Orientação Artística: Alexandre Dal Farra e Ernani Sanchez
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Relato de Bruna Biasi sobre sua visita ao Lar Emmanuel
"Fiquei 40 anos da minha
vida, fumando 4 machos de cigarro por dia, e hoje não fumo mais, ainda tem
gente pensando que fumo, mas não fumo mais, por que não quero! A coisa , sabe,
é fazer o que se gosta e decidir o que os outros que se lasque. "
Relato de um sabiá velho senhor, que, da sua casa... ops! Do seu cômodo... ops! Lugar aonde pousa seu corpo... remendava retalhos, e nos falava da onde vínhamos, de festas, e de base, por exemplo ele disse que a Base de tudo é o Balé.
Foi o ensinamento: "pra tudo ia o Balé, a base,
qual a Base de tudo?"
Seria mais fácil eu responder né?
Mas nem sei... acho que uma arvore responderia que a Base de tudo seria uma raiz.
Mas enfim, vamos a visita, hoje foi muito
importante e foi legal. Um senhor disse que era bom ver algo novo e que queria ver algo melhor do que fazíamos sempre. Daí tentei mostrar que na verdade sou um
helicóptero. Ele disse que melhorei um pouco. Jack Banana fez malabares com
bolinhas e com animais de pelúcia, ele disse que melhorou um pouco. Tutatis
disse que tava tudo horrível , e nos ajudou em cena, sendo um rato que me assustava,
e eu pulava em Jack. O senhor disse que faltou um rabo no Tutátis. Tutátis fez um rabo com seu braço por debaixo da perna; O senhor disse que
melhorou.
O Tutátis, como sempre, disse que estava uma droga. Eu gostei, melhorou um pouquinho.
Projeto de Pesquisa Ana Pio
Nesses últimos meses, o Gandaiá teve a honra de receber a palhaça Portuguesa com Certeza ANA PIU que está realizando um projeto de Pesquisa de Mestrado com o título: Na eternidade cabe lá todo mundo.
Segue seu projeto de pesquisa!
http://antropologias.descentro.org/seminarioppgas/files/2012/06/Ana-Figueiredo-2012.pdf
Segue seu projeto de pesquisa!
http://antropologias.descentro.org/seminarioppgas/files/2012/06/Ana-Figueiredo-2012.pdf
Participação do Gandaiá nos "Caminhos da Leitura"
Deu na rede:
http://www.campinas.com.br/cultura/2013/03/indaiatuba-recebe-projeto-cultural-caminhos-da-leitura
http://www.campinas.com.br/cultura/2013/03/indaiatuba-recebe-projeto-cultural-caminhos-da-leitura
Todas as fotos por Cássio Sampaio:
Grupo de Clowns “Gandaiá” recebe Orientação Artística do Projeto Ademar Guerra
O grupo “Gandaiá”, da cidade de Indaiatuba,
foi selecionado pela edição 2013 do Projeto Ademar Guerra para receber Orientação
Artística. A orientação consiste na visita de um profissional de teatro nos
ensaios do grupo, durante sete meses, para auxiliar e acompanhar o trabalho do
grupo.
No caso do “Grupo de Clowns Gandaiá”,
o Orientador designado para realizar o acompanhamento e desenvolvimento
artístico do grupo é o ator, diretor e músico Ernani Sanchez, formado em Teatro
pela Universidade Anhembi Morumbi. Já dirigiu diversos espetáculos, como
“Artaud Caligari ou Uma Sinfonia Sinestésica em Preto e Branco”, cujo texto foi
inspirado livremente na obra de Antonin Artaud.
Neste ano, Ernani utilizará toda a sua
experiência para contribuir com o processo teatral do “Grupo de Clowns Gandaiá”,
um dos 60 grupos de teatro que serão atendidos pelo Projeto Ademar Guerra, em
52 munícipios do Estado.
Nos dias 13 e 14 de abril, 120
representantes dos grupos selecionados se reuniram na cidade de Tupã para a
realização do Encontro Preparatório, evento que ofereceu uma qualificação
inicial a estes grupos, antes do processo de Orientação.
As Orientações tem início a partir do
dia 27 de abril e se encerram no mês de Outubro. Após esse período, os
resultados das Orientações de todos os grupos são apresentados na Mostra de
Compartilhamento e o Projeto entra em sua fase final.
O Projeto Ademar Guerra é um programa
da Secretaria de Estado da Cultura realizado há 16 anos no Estado de São Paulo,
e atualmente conta com a Curadoria Artística do diretor teatral Sérgio Ferrara
e Coordenação Geral do consultor e pesquisador Aldo Valentim.
Para mais informações sobre o Projeto
Ademar Guerra, acesse http://oficinasculturais.org.br/projeto-ademar/ ou pelo telefone (11) 4096-9837
terça-feira, 18 de junho de 2013
Os 10 mandamentos do PALHAÇO
Por: Payaso Chacovachi
LOS DIEZ MANDAMIENTOS DEL PAYASO
ojala les haga provecho y se trasforme en un erupto que se escuche en muchas plazas de
este mundo
1-Se la exajeracion y no la caricatura de tu persona
2-Nunca te enojaras con el publico ( no conviene )
3-Cuando estas en pista seras el centro del universo
4-nunca dudaras de tu material en escena
5-Ante el fracaso usaras la frase me chupa un huevo (y trataras de mejorar)
6-Nunca usaras material de otro payaso que trabaje en el mismo lugar/ plaza / ciudad
7-Estaras convecido de que si no es hoy será la próxima vez , pero encontraras el
sentimiento que estas buscando
8-No rechazaras ningún desafio
9-Le estaras agradecido toda la vida a los que te han inspirado
Aunque no te caigan bien
10-Seras politicamente incorrecto
Tradução? Vá pro Google! Ou Bing.
LOS DIEZ MANDAMIENTOS DEL PAYASO
ojala les haga provecho y se trasforme en un erupto que se escuche en muchas plazas de
este mundo
1-Se la exajeracion y no la caricatura de tu persona
2-Nunca te enojaras con el publico ( no conviene )
3-Cuando estas en pista seras el centro del universo
4-nunca dudaras de tu material en escena
5-Ante el fracaso usaras la frase me chupa un huevo (y trataras de mejorar)
6-Nunca usaras material de otro payaso que trabaje en el mismo lugar/ plaza / ciudad
7-Estaras convecido de que si no es hoy será la próxima vez , pero encontraras el
sentimiento que estas buscando
8-No rechazaras ningún desafio
9-Le estaras agradecido toda la vida a los que te han inspirado
Aunque no te caigan bien
10-Seras politicamente incorrecto
Tradução? Vá pro Google! Ou Bing.
domingo, 13 de janeiro de 2013
O fim inevitável versus o amor infindável
Existe uma tristeza inexorável no ar de um lar de velhos. Aliás, são
poucos os velhinhos que eu conheço particularmente que são felizes, fora e
dentro de um lar de velhos. A velhice traz consigo uma solidão inerente,
incoerente, e, paradoxalmente, absolutamente plausível. Afinal são anos e anos
de luta para, no fim, enfrentar o fim. Apenas o fim. Sozinho.
E como curar essa tristeza, essa dor fatídica, o que podemos fazer pra
ajudar sendo nós jovens antenados, adultos ainda energéticos e com todo vigor
físico e mental?
Dá aí pra bolar um discurso mirabolante sobre humanização dos espaços
que atendem idosos, melhoria dos investimentos públicos no setor, delegar a
culpa para o governo, arremessar palhaços para dentro de asilos, longas e
longas milongas.
Mas se existe algo singelo que aprendi com meu avô e minha avó que
faleceram neste último ano, é que só o amor pode ajudar alguém a enfrentar o
fim. Afinal, o fim não se enfrenta, se aceita. E é muito mais fácil aceitar o
fim quando se tem certeza de que não se está só.
Proximidade humana entre seres
humanos, encurtamento da distância cibernética, amor. O piegas e mimimizado
amor.
É difícil visitar um idoso. Superficialmente, toma tempo, e tempo é
dinheiro, tempo é tempo, e ninguém mais perde tempo hoje em dia. Tudo é rápido.
E mesmo que abertamente não se diga isso devido a uma falsa e mórbida
responsabilidade moral, não se visitam os velhinhos porque é uma grande perda
de tempo. Eu tenho uma tia estupendorosamente bondosa e sábia, que fica sentada
na janela do quarto dela esperando as pessoas pararem e falarem com ela. E
pergunte-me se alguém pára? E pergunte-me se eu paro? Ninguém para.
Numa análise mais profunda dói visitar um idoso. Adentrar nos olhos de
um idoso e ver sonhos que possivelmente não mais se concretizarão, dores
escondidas, escolhas erradas. Isso nos faz pensar sobre nossas próprias
escolhas. E nossas escolhas tem nos isolado, o que nos deixa com uma dúvida pairando:
estarei eu só quando chegar a hora do meu ato final?
O que me faz chegar a conclusão desta pequena dissertação, que não é
mais um puxão de orelha ridículo sensacionalista, e sim uma constatação simples
e universal. Sem amor os idosos serão tão tristes e melancólicos quanto nós
sentados em nossas poltronas confortáveis. Gigantescos livros esperando para
ser abertos, todas as verdades do universo, e não temos tempo para ler estes
livros, e temos medo de ler estes livros. Visite um idoso ainda hoje, e ganhe absolutamente de graça a retribuição de um sorriso sincero.
Postado por Jack Banana, que estava de férias trabalhando na empresa de
Produtos Invisíveis S/A.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Gandaiá no Novembro em Cena
O mês de Novembro é mês especial para o teatro aqui em Indaiatuba. É quando acontece o Novembro em Cena, realização da Secretaria de Cultura de Indaiatuba que conta com diversas atividades dedicadas as artes cênicas nas suas mais variadas características. Para o Gandaiá o próximo sábado (10/11) é um dia ainda mais especial, pois teremos uma manhã inteira dedicada ao palhaço e ao teatro de rua, uma combinação bombástica que a gente adora! Tudo vai acontecer na praça Dom Pedro (aquela do ponto de ônibus no centro): as 10 horas apresentamos o espetáculo "Como Panquecas", montado esse ano com o apoio do Projeto Ademar Guerra. Logo em seguida, as 11 horas, quem se apresenta são os palhaços Lambreta e Mereceu, do Triolé Cultural, com o espetáculo "Qual a graça de Laurinda?". Tudo no espaço público, no espaço do povo, pra quem quiser ver e ouvir. Esperamos vocês lá!
Então anota aí: dia 10 de novembro, sábado, na praça Dom Pedro, às 10 horas da manhã. E pra quem ainda tá na dúvida se vale a pena acordar sábado de manhã pra ir assistir "Como Panquecas", vão aí algumas informações pra atiçar a curiosidade:
Então anota aí: dia 10 de novembro, sábado, na praça Dom Pedro, às 10 horas da manhã. E pra quem ainda tá na dúvida se vale a pena acordar sábado de manhã pra ir assistir "Como Panquecas", vão aí algumas informações pra atiçar a curiosidade:
"Como Panquecas", apesar do nome, não é uma peça sobre culinária. É, sim, uma história absolutamente 'ficcional' sobre o trabalho e suas relações de (pequeno) poder. A peça - escrita, montada e encenada por um bando de palhaços - mostra a vida de três proletários babacas supervisionados por um carrasco carente sob a tutela de um chefe ganancioso e exótico. Ligados por algo comum, mas com objetivos e comportamentos diferentes, os cinco se entrelaçam em relações típicas da sociedade do trabalho. A montagem foi realizada com o apoio artístico do Projeto Ademar Guerra. E as panquecas? Bem, só assistindo pra saber!
Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Bruno Ferreira, Gabriel Cavalli, José Olegário Neto, Marcus Mazieri e Vinicius Dantas Denny
Cenografia e Figurino: Grupo Gandaiá
Operação de som: Camila Gomes
Produção: Camila Gomes e Elton Rigotto Genari
Apoio Artístico: Projeto Ademar Guerra
Orientação Artística: Alexandre Dal Farra
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