quinta-feira, 26 de julho de 2012

Clowns unidos serão mais assistidos!

Puxa, existem por aí vários vídeos e fotos de clowns de todo o mundo, de várias épocas, nacionalidades, estilos... Mas, mesmo com o Google, as vezes fica dificil de achar boas referências para assistirmos e apreciarmos. Pensando nisso que a postagem de hoje é pra mandar um link especial, o tumblr Clowns United.

Eis o link: http://clownsunited.tumblr.com/

Esse tumblr é especialmente dedicado a arte do clown, palhaço, payaso, pitre, augusto, bouffon, komiker, buffone, hanswurst, pagliaccio, enfim, do jeito que queira chamar em qualquer lugar do mundo. Lá encontramos videos e fotos de artistas que usam a comicidade como base parar criar cenas e intervenções surpreedentes, inesperadas, emocionantes, ah... deu pra entender né? Dá uma olhada lá! 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um pouco sobre o riso.


Em uma das andanças no mundo virtual nos deparamos com algo muito peculiar que juntou duas coisas que fazem parte da realidade de muitos gandaieiros: Yoga do Riso. O site oficial do Yoga do Riso conta que o Médico Madan Kataria e sua esposa Madhuri, que é professora de Yoga, tiveram a ideia de fomentar o riso nos parques públicos de Andheri, Mumbai, na Índia. A iniciativa foi um sucesso e os clubes do riso espalharam-se rapidamente por outras partes da cidade, do país e até do mundo. O site também nos fala dos benefícios do riso, que tem tudo a ver com o que o Gandaiá procura realizar nas apresentações de teatro de rua e nas visitas aos asilos e orfanatos. Seguem alguns benefícios:

- O riso mantém-nos saudáveis já que enriquece o sangue com amplos suplementos de oxigénio.

- Rir ajuda a tirar os efeitos negativos do stress e fortalece o nosso sistema imunológico.

- Ajuda a controlar a pressão sanguínea.

- Alivia a dor e nos da uma sensação de bem-estar com a libertação de endorfinas.

- É um efectivo antídoto para a depressão, a ansiedade e as desordens psicossomáticos. O riso produz serotonina que é o anti-depressivo natural.

- É excelente para realizar uma massagem interior.

- Dá-nos um ar feliz na face e faz brilhar os nossos olhos já que quando rimos estimulamos as glândulas lacrimais.

É por essas e outras que o Gandaiá busca sempre levar o riso (e o sorriso) para as pessoas, independente do tipo, cor, tamanho e até presença/ausência dos dentes. Rir é gostoso, prazeroso e não tem nenhuma contra indicação. Então que tal rirmos um pouco? Ria mais, mas se tiver dificuldade, chame um palhaço pra te ajudar!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Gandaiá em Jáu (ou Jahu?)!



Antes do “nascer do pôr-do-sol”, lá estavam os palhaços com suas respectivas malas em direção à Jaú (ou Jahu!?).

Lá estavam novamente os mesmos palhaços andando, cantando e pagando os abusivos pedágios! Sim, palhaço também paga pedágio. Mas não vamos entrar no assunto...

...Mas qual o motivo dos palhaços irem a Jaú (ou Jahu)?

Naquela pequena e longínqua cidade estava acontecendo nada mais/menos que o II Fórum da Alegria em Saúde, o qual fomos convidados para apresentar uma pal(h)estra e até fomos chamados de “bem conceituados” (olha, que chique!). O Fórum realizou diversos eventos como pal(h)estras de ONGs, oficinas de atuação, mágica e até coffee-break (Para Nossa Alegria)! Lá tinha uma mistura de tudo, tinha dona de casa, palhaços, clowns, professor, médico e até tinha gente perdida. Encontramos também os nossos amigos do Cirurgiões da Alegria que se apresentaram antes de nós.

Jack Banana e Tutátis foram os palestrantes, na verdade Jack foi quem mais falou. Ele não parava de falar e quando aparecia uma fresta Tutátis entrava em ação, mas como alegria de (o que quiserem pensar) dura pouco, Mariáh Stropetta se encarregou de corrigir tudo o que ele dizia e também era a trocadora oficial dos slides.

Fim da pal(h)estra, todo mundo feliz (ou provavelmente não) e os palhaços com suas malas em mãos voltaram de onde saíram depois do “pôr do nascer-do-sol”.

Postado por Tutátis.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Grupo Gandaiá em: CAMPANHA DO AGASALHO


Depois de muito tempo de chuva o céu se abriu e o frio introduziu. Depois de muitos dias de amores o clima abaixou e a cinza se alargou de vida, que é vida sentida, que afirma verdades desafirmadas, que eu como eu, e meus amigos como meus amigos, não deixamos de nos incomodar com o sentir do dia a dia com o frio e na campanha do agasalho corremos pra fazer coisitas.

Pois bem, fomos para a campanha deste ano diferentes, em partes, pois como três mendigos (Eu, Nito, e Fanhusa) que sabiam muito bem pedir esmola. E tinha também dois frios: Jack e uma Brota (num sei o nome dela) que só sabiam fazer frio. Tinha dois vendedores: Tutatis e Thatá que só sabiam vender e tinha também dois compradores: Ravel e Mariah que só sabiam ignorar, ignorar mendigos.

E então percebemos que mendigos pediam esmola, e o frio sabia fazer frios, que vendedor sabia fazer vendas para ricos, que rico gostava de ignorar, que ignoraram até o final. De ignorar ficou, mas o que importa é que depois disso tudo o sol abrirá, mas enquanto isso a campanha do agasalho continuou e roupas quentinhas foram recebidas.

Enfim,
Beijos Calientes de Bruna/Carlota

domingo, 10 de junho de 2012

Casar ou não casar?


Sábado, data palhacística de 9 de junho de 2012, poucos dias para o fim do mundo. Eis que um punhado de 5 clowns nomeados Ravel, Tutátis, Fanhusa (que estava disfarçada de Nito Patela) Mariáh e Jack Banana (este palhaço que vos escreve) resolveram por acaso mensal do destino visitar a CECAL.

O clima estava veronil (de verão): o sol ensolarado, os velhinhos radiantes, as nuvens escondidas e os palhaços cintilantes (notem que este parágrafo rima). E num "beloíssimo" dia como este, não existe nada melhor do que casar.

Sim, meus caros leitores. Casar. E com direito a romance juvenil. Jack Banana (que sou eu, na terceira pessoa) rapidamente apaixonou-se e casou-se com a linda Dona Armelinda. Ravel casou-se tão rápido quanto, e Mariáh foi flertada pelo seu Cisso, mas nenhum casamento saiu desse encontro casual. Apenas amor de verão. Entre os nossos ilustríssimos visitados, também ocorreram revelações bombásticas de paixões ocultas, dignas de novela das 8.

E depois de tantos casamentos e tanto amor , os palhaços despediram-se, prometendo voltar para os braços e abraços de seus respectivos namoridos.

Postado por JB.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Pra que a pressa?


Discutir a pressa nesse mundo dos fluxos dá muito pano pra manga. Aliás, acabei de saborear uma maravilhosa manga comprada no mercado. Comi-a em frente a tela do computador, diferente de ontem, que comi-a (uma outra parte dela, é claro) no silêncio da cozinha pós-almoço. O sabor foi diferente, o tempo de degustação foi outro. Tive uma pressa inconsciente pra comer a manga, com certeza influenciado pelas informações que se atualizavam constantemente na tela. Enfim, estou com a sensação de ter perdido aquele pedaço de manga, não soube aprecia-lo como merecia. Fui um tolo e agora tenho apenas matéria mastigada dentro de mim, sem contemplação.

Mas a manga não vem ao caso. Nem os fluxos. E nem o pano.

(Pausa para lembrar o que vem ao caso)

Em um sábado, saímos nós, 4 palhaços do Gandaiá, de uma das visitas ao CECAL (Centro de Convivência Amor e Luz). Depois de uma hora de velhas musicas caipiras, danças improvisados e música ao vivo da pior qualidade, resolvemos por intuição sair andando pela avenida, sem rumo ou direção. Depois de passar por um legitimo bar alemão mudo e ganhar doces magníficos de uma doceria (vale até a propaganda, mas esqueci o nome da loja), passamos em frente a uma loja de objetos bonitos e caros. Trocamos algumas palavras e risadas com o pessoal da loja e nos ofereceram um copo de água (afinal, um copo d'água e um boquete não se rejeita pra ninguém). Aceitamos, não por educação, mas por sede. Paramos o nosso tempo. Entramos num lugar novo e desconhecido pra tomar água, sem pressa. Conversamos com pessoas maravilhosos, vimos alguns dos objetos de decoração mais bonitos da nossa vida e arrisco a dizer até que fizemos algumas novas amizades. Não tivemos pressa. Não olhamos no relógio (embora tivéssemos um compromisso logo em seguida). Deixamos um outro tipo de tempo nos guiar: o tempo espontâneo, que aparece na nossa abertura para as possibilidades do mundo.

Esse tempo espontâneo também esteve presente algumas horas antes, quando eu e o Jack encontramos com o grande Ceará tocando triângulo e cantando belas canções de samba e aproveitamos pra tocar e cantar com ele. Esteve presente também na hora de visita ao CECAL, aonde nos abrimos ao tempo leeeento dos velhinhos simpáticos e saudosistas. Enfim, o tempo espontâneo é o tempo do palhaço, um ser sem relógio que se abre as possibilidade e que vive sempre o presente.

E então eu me pergunto: pra que a pressa? Alias, pra onde estão indo os apressados? A pressa é realmente inimiga da perfeição? Isso me faz lembrar de uma historinha do Ítalo Calvino que li há pouco tempo:

“Entre as múltiplas virtudes de Chuang-Tsê estava a habilidade para desenhar. O rei pediu-lhe que desenhasse um caranguejo. Chuang-Tsê disse que para fazê-lo precisaria de cinco anos e uma casa com doze empregados. Passados cinco anos, não havia sequer começado o desenho. ‘Preciso de outros cinco anos’, disse Chuang-Tsê. O rei concordou. Ao completar-se o décimo ano, Chuang-Tsê pegou o pincel e num instante, com um único gesto, desenhou um caranguejo, o mais perfeito caranguejo que jamais se viu.”

Não farei aqui interpretação nenhuma da história, isso levaria muito tempo (risos!). Mas deixo uma pequena reflexão. Olho a volta e quando vejo o nosso mundo modificado pelo homem, quando vejo a nossa civilização, acredito que a pressa não tem nos levado a lugar algum. Um longo abraço.

por Marcus V. Mazieri

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O palhaço tem tesão!


Sem tesão não há solução. Essa frase é também o título de um maravilhoso livro do Roberto Freire. Fica óbvio, já pelo título, que ele defende o tesão. O coloca como fator essencial para revoluções (ou apenas mudanças) sociais. É mesmo um livro muito interessante que coloca um fator geralmente considerado tabu em questões geralmente consideradas sérias. Sérias demais até. Uma seriedade que não cabe com a existência alegre do ser humano e muito menos com a do palhaço. Vejamos o que diz Freire em um trecho:

"Estamos, assim, concluindo pela existência também de um tesão antropológico e ecológico que mantém a ludicidade impregnada na natureza e na essência do homem. Este tesão o faz ligar-se, forte e apaixonadamente, sem necessitar nenhuma explicação consciente, a tudo o que lhe proporciona beleza, alegria e prazer. Por isso, os homens livres jogam e brincam com a vida. Por essa razão é que podem não ser “sérios”, não ser “responsáveis” e não ser “coerentes”. É isso também que os leva a não ser, espontaneamente, nem mórbidos e nem pessimistas face às naturais ocorrências trágicas, próprias da fragilidade dos seres vivos.”

O tesão aqui é colocado como o que nos liga ao belo, ao alegre e ao prazeroso. Alguém aí procura o oposto disso? As pessoas sem tesão sim! A repressão talvez nos leve a procura inconsciente do feio, do triste e doloroso. Há quem indiretamente pregue esta tríade como um caminho para Deus, como se a repressão pudesse nos levar além. A liberdade é essencial para a transcendência. É claro que essa busca da beleza, da alegria e do prazer deve ser consciente. Não confundir com a busca inconsciente imposta por uma mídia controladora, que impõe padrões irreais e anti-humanos de beleza, alegria e prazer. É uma busca do fundo do ser, sincera e real, que nada tem a ver com a massificação dos desejos consumistas. 

Se os homens livres jogam com a vida, são brincalhões, irresponsáveis e incoerentes, percebo então que os homens livres são palhaços! E os palhaços, obviamente, são livres! Quando vejo palhaços carregados de ideologia, engajados em lutas sociais  e ligados a causas religiosas acho bonito e importante. Mas é preciso ter o cuidado de não se ultrapassar a linha da liberdade, de não se encarcerar em tais ideologias e causas, em opiniões fortes, em fundamentalismos de todos os tipos. O palhaço não pode perder sua liberdade por imposições de valores morais e políticos. O tesão não pode ser esquecido, alias, o tesão tem que nortear o palhaço!

É função do palhaço o rir de si, o rir da vida. Enxergar a comicidade nas tragédias da vida humana. Ser otimista nas piores situações e rir (ou fazer rir) aonde todos só vêem motivos pra chorar. Por isso o palhaço deve fugir de tudo que seja antitesão, “porque essas coisas existem apenas para combater e impedir o viver natural lúdico, e, sobretudo, o relativismo existencial que chamamos de liberdade”. O tesão nos leva a liberdade, e vive-versa. Um palhaço sem tesão é uma palhaço sem liberdade, e um palhaço sem liberdade simplesmente não é. Por isso confirmo: o palhaço tem tesão, e muito! Então vamos todos soltar a pélvis! 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

5º encontro da Vivência

E lá vamos nós, e lá vamos nós, e lá vamos nós, e lá vamos nós, e lá vamos nós... Não, isso não tem nenhum sentido, mas me lembrei agora daquele épico episódio do pica pau. Isso também não tem nada a ver com a Vivência... não, pera... talvez tenha um pouco a ver sim. O 5º encontro foi o dia de 'lá irmos nós'. Hein? É, talvez as coisas estejam sendo muito bem explicadas. Mas como explica-las? Como explicar a sensação mágica e sublime de se cair em queda livre? De entrar em um mundo novo, desconhecido, colorido e leve? De ter um farol de mar na ponta da cara? Difícil explicar, melhor nem tentar.

Quando dizemos sim, aceitamos, nos permitimos. Deixamos as possibilidades infinitas se misturarem para se manifestar as mais belas, bizarras e improváveis. Caímos, mas sem nunca chegar ao chão. É a belíssima queda da entrega que nos abre as portas para novos mundos. Aos que tem essa coragem, o palhaço é possível. Aos que não tem, sem problemas, a gente empurra! Assim vão aparecendo, pouco a pouco, esses pitorescos seres de nariz vermelho, jeito estranho e olhar sincero. É a (in)certeza (sempre necessária) de que estamos no caminho... embora o destino seja maravilhosamente incerto. Por fim mostro-lhes, sem mais delongas, alguns dos tais seres que apareceram nesse último domingo:







quarta-feira, 25 de abril de 2012

4º encontro da Vivência


Neste último domingo tivemos mais um encontro da Vivência Gandaiá 2012. O tempo passa rápido, já se foram 4 domingos desde o começo da Vivência, lá no comecinho de abril. Nesse tempo pudemos ter uma introdução básica na preparação cênica cuidadosa que o palhaço tem que ter para ser, de fato, palhaço. Pudemos brincar (muito seriamente) em diversos exercícios e jogos, sempre levando em consideração o conhecimento do próprio corpo, da própria mente, enfim, de si mesmo. Se tornar palhaço é ir se descobrindo, no sentido mais básico que esse pode ter: tirar as cobertas! Aos poucos vamos nos tornando pelados (não é o clown o mais nu dos artistas?) e ai, quem sabe, pode aparecer um ser risível, ridículo por natureza.

Neste 4º encontro nos dedicamos a percepção: do eu, do outro e do espaço. Andamos, corremos, pulamos, enfim, agimos e reagimos em três (ou mais) dimensões. Foi um momento inicial de ver e ouvir, pra depois, quem sabe, ser visto e ouvido. Os exercícios buscaram, através de uma relação íntima com o outro e com o espaço, aumentar a capacidade de percepção sonora, visual, tátil e intuitiva. Ampliando o olhar ficamos mais receptivos, ficamos em estado de total prontidão. O mundo está sempre em movimento e muitas coisas estão acontecendo. Mesmo num lugar e momento em que tudo parece estático, coisas sutis acontecem, há movimento. A vida pulsante se faz presente e se mantém através desse movimento constante. Estarmos atentos a isso nos possibilita uma (re)conexão com o mundo e nos abre a possibilidade para a ação consciente, essencial e transformadora. Ao palhaço essa atenção/percepção também é fundamental. É dentro desse estado de consciência que surgem as ações autênticas que todo palhaço (verdadeiro) almeja. É uma busca simples e necessária que exige abertura e dedicação.

Acredito que estamos no caminho. Que dizer, estamos em um caminho, dos vários e vários que existem (sem contar os que podem ser abertos). Está chegando a hora dos aspirantes a palhaço colocarem pela primeira vez (pelo menos na Vivência) o místico e mítico nariz vermelho. Tenho certeza que será um momento único, assim como ainda deve ser para um velho palhaço que coloca seu nariz depois de 30 ou 40 anos. Mais uma vez agradeço a todos que estão presentes e participam de alguma forma dessa caminhada do Gandaiá, principalmente aos possíveis novos gandaieiros que todo domingo de manhã tem estado (firmes, fortes e com sono) nos encontros dessa Vivência. Obrigado e aaaaaaaaah, vamo nessa! 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

3º encontro da Vivência


Em mais um domingo ensolarado de Indaiatuba aconteceu o 3º encontro da Vivência Gandaiá 2012. As 8 horas da manhã o sol já estava quente, muito quente. Nos abrigamos no aconchego da sombra do CIASPE para começarmos com um alongamento leve, tranquilo, aonde o mais importante é o respirar. Era dia de usar os músculos, muitas vezes esquecidos, da nossa face e também de soltar a voz, o verbo, provérbio, substantivo, adjetivo, e seja lá mais o que fosse.

Foi uma manhã repleta de caras feias e bonitas, tristes e alegres, comuns e estranhas. Cheia de palavras bonitas, lembranças bobas, interjeições de dor e amor. Conseguimos mais peças para nosso quebra cabeça e já estou ansioso para chegar a hora de monta-lo! Pra fechar fico um trecho de um dos textos lidos, que expressa muito bem a vivência: "Foi quando o véu se abriu a verdade da vida. O mundo pequeno e controlável virou uma imensidão de puro caos. É o momento em que mesmo o corpo crescendo mais e mais, ficamos cada vez menores diante do mundo. Tudo mudou numa fração de segundo". Mas chega de palavras, as fotos dizem muito mais:





Mais fotos no Picasa do Gandaiá