segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

7 Motivos para se inscrever na Vivência do Gandaiá

1)Você vai ganhar conhecimentos novos!

A Palhaçaria é um estudo multidisciplinar que envolve não apenas a arte do palhaço em si, mas conhecimentos sobre desenvolvimento humano e social. Trabalha timidez, o trato com o outro, improviso, e também de certa forma um "auto-conhecimento". Apesar da Vivência ser apenas a ponta do iceberg (são apenas 4 semaninhas) esse monte de gelo já é bem grande e pode matar sua sede.

Esta foto bonita compensa a péssima comparação com o iceberg.


2)É baratinho (na verdade é de graça).

Sério. Não custa nada. O que pedimos é uma contribuição voluntária no final do evento baseado no seu "valor sentido" sobre esses 4 dias. Esse valor é totalmente convertido para o Grupo.
Mante(re)mos esse valor (R$0,00) como uma forma das pessoas conhecerem mais sobre o palhaço, mesmo que não tenham recursos.

Dinheiro dinheiro dinheiro.


3)Você fará novos amigos.

Conhecer gente nova é sempre bacana, ainda mais pessoas que se interessam por palhaço. Esse tipo de gente é sempre alto astral, gosta de baixinhos e de lutar contra as forças do mal.


So no one told your life was gonna be this way...
4)Você vai ser divertido em festas.

Ou talvez não...

Aqui nóis é truta.

5)Você vai poder usar aquela roupa que você sempre quis sem te julgarem.

Mas tudo tem um limite né gente?

Limites!


6) Você vai refletir um monte de coisa.

Talvez você repense coisas sobre o mundo, sobre o que é "levar a alegria", sobre o que é fazer o bem, sobre o que é legal, sobre o que não é legal. O "não-refletir" não é opção.

Uma foto PB pra causar emoção.

7)Você vai testar sua disciplina para acordar domingos de manhã.

Tá isso não é lá um motivo válido para se inscrever... mas acredite! Vai valer a pena!

Eis o que você não estará fazendo domingo às 9 da manhã.

Corra pois as inscrições vão até quarta-feira 02/03/2016!
Acesse o link abaixo e boa sorte com a seleção.

http://goo.gl/forms/SuFub7RbDa


Postado por Jack Banana, plogger (palhaço blogger).


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Por que Gandaiar?

Um dia, um filósofo afirmou penso, logo existo" ou algo assim. Muitas pessoas vivem sem pensar que existem, ou pensando em como existem, ou pensando que vivem, quando só existem. Muitas se indagam coisas. Existo, logo penso em como e por que existo. Esse, meus amigos, é o dilema do Gandaiá.

Explico melhor, com outra ajuda filosófica: dizem que as pessoas não desejam aquilo que fazem, mas os objetivos que as levam a fazer aquilo que fazem.  Há anos nas ruas, asilos, hospitais, escolas, creches, boates e canis, o grupo fez mais coisas do que tem a cara de pau de assumir capacidade de recordar. Com tanta coisa diferente feita, e tanta gente diferente passando uma pela vida da outra, fica difícil de entender o que leva cada um a fazer o que faz no grupo.

Daí que, para decidir o que fazer para os próximos cinco anos, primeiro foi necessário meditar sobre as razões de se fazer o que quer que seja feito. Em suma: por que haver o grupo? O que faz do grupo algo importante para os membros?

Uma coisa fundamental no grupo é o afeto. Mas qual seria a razão de acordar domingo de manhã para realizar exercícios? Por que pintar o rosto e se vestir e ensaiar? Por que não fazer qualquer outra coisa? Por que palhaçar?

Porque não é apenas a amizade das pessoas do grupo.

Gandaiar é celebrar. É fazer farra. Não é apenas mostrar alegria, mas compartilhá-la. Fazer do encontro com o outro riso, e do riso um encontro com o outro. E o que faz com que tudo isso exista e floresça é a arte. Não apenas a arte palhaça, mas o espaço que essa arte no grupo abre para todas as outras formas de arte.

No encontro dos membros, cada um se multiplica, se empodera. Cada pessoa torna-se melhor para si e deseja tornar-se melhor para o mundo. Porque a experiência artística transforma as nossas vidas, é importante dar cada vez mais vida a essa experiência. Se isso nos faz bem, é importante multiplicar.

A experiência artística é aquela sede de dia corrido, da qual só damos conta ao beber um pouco d'água. A maioria das pessoas passa tanto tempo ocupada em sobreviver à rotina massacrante e tediosa que não sacia essa sede. Engana-se, no entanto, quem pensa que esse desejo não existe. Essa sede é sentida, e busca-se em vão preenchê-la com outras coisas, enquanto segue-se com a vida seca.

Não se deseja o que não se conhece, disse um romano. Por isso, expressar a arte é um posicionamento político. Além de ser um meio em si de mostrar ao coletivo nossa opinião, nossos sonhos, exercendo nossa criatividade, a própria arte desperta a sensibilidade individual. Faz lembrar à pessoa que ela também possui opinião e sonhos, e ideias criativas que tem ânsia de experimentar. Dá sede. A experiência artística libertadora só pode ocorrer num encontro em que artistas e público se misturem, bebam uns com os outros uns dos outros. Se descubram coletivos em suas individualidades e sintam que estão ali porque decidiram estar, independentemente do que os levou até ali. E essa é, no fundo, a escolha que desejamos ter o tempo todo: fazer algo porque queremos. Porque nos faz bem.

Experimentar a arte é, dessa forma, um meio de dirigir e protagonizar a própria vida. E celebrar isso com outras pessoas é uma forma de afirmar: só se pode viver plenamente quando esse bem-estar é coletivo. Quando todos são protagonistas.

É esse desejo que guia tanto do ímpeto do grupo. E, assim, sondamos e encontramos nosso propósito: sentir, refletir, celebrar e multiplicar a experiência libertadora da arte como coletivo atuante na comunidade! 

Por Elton Rigotto Genari


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pote de cola

Exercício em que os estudantes de clown devem simular que estão em um pote de cola. Com o advento da tecnologia este exercício também ficou conhecido como "câmera lenta" por alguns.

Observações:

Um pote de cola não é um pote de água! Portanto,os movimentos não são os mesmos e nem têm a mesma velocidade. Os estudantes de clown devem sempre lembrar de que é o corpo todo que está dentro do pote,então tudo é feito lentamente,até mesmo as expressões do rosto e o piscar dos olhos.

Além disso, o aplicador vai dando ordens para os alunos,como correr, pular corda e etc.Como estão num pote de cola tudo deve ser feito d    e  v    a    g   a    r.

Dificultador:

Ao critério do aplicador, se o estudante "esbarrar" em alguém DEVE grudar nesse alguém e se soltar apenas ao FINAL do exercício.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

De volta pra casa, a rua!

Depois de um tempo hibernação pra queimar umas gordurinhas, O Gandaiá está de volta com suas apresentações de rua com o espetáculo "Como Panquecas", que agora volta na nova versão 2013plus, depois de mais um ano de apoio do Projeto Ademar Guerra, dessa vez com a orientação artística de Ernani Sanchez (no ano passado fomos orientados por Alexandre Dal Farra).

Por enquanto vamos para uma única apresentação em Indaiatuba, que será no dia 27 de outubro, as 17h, no Parque Ecológico, no trecho que fica ao lado do CIAEI (Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665, Indaiatuba/SP). Pra facilitar a vida dos lúdicos, é ao lado do pedalinho!

Esperamos vocês para formaram uma roda imensa e aproveitar pra comemorar 5 anos de Gandaiá.


Como Panquecas, dia 27/10, as 17h, no Parque Ecológico.

"Como Panquecas", apesar do nome, não é uma peça sobre culinária. É, sim, uma história absolutamente 'ficcional' sobre o trabalho e suas relações de (pequeno) poder. A peça - escrita, montada e encenada por um bando de palhaços - mostra a vida de três proletários babacas supervisionados por um carrasco carente sob a tutela de um chefe ganancioso e exótico. A montagem foi realizada com o apoio artístico do Projeto Ademar Guerra. E as panquecas? Bem, só assistindo pra comer, quer dizer, saber!

Ficha Técnica:
Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Elton Rigotto Genari, Gabriel Cavalli, José Olegário Neto, Marcus Mazieri e Vinicius Dantas Denny
Cenografia e Figurino: Grupo Gandaiá
Sonoplastia: Coletiva
Produção: Bruno Ferreira e Marcus Mazieri
Apoio Artístico: Projeto Ademar Guerra
Orientação Artística: Alexandre Dal Farra e Ernani Sanchez

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Relato de Bruna Biasi sobre sua visita ao Lar Emmanuel

"Fiquei 40 anos da minha vida, fumando 4 machos de cigarro por dia, e hoje não fumo mais, ainda tem gente pensando que fumo, mas não fumo mais, por que não quero! A coisa , sabe, é fazer o que se gosta e decidir o que os outros que se lasque. "

Relato de um sabiá velho senhor, q
ue, da sua casa... ops! Do seu cômodo... ops! Lugar aonde pousa seu corpo... remendava retalhos, e nos falava da onde vínhamos, de festas, e de base, por exemplo ele disse que a Base de tudo é o Balé.

Foi o ensinamento:  "pra tudo ia o Balé, a base, qual a Base de tudo?"

Seria mais fácil eu responder né?
Mas nem sei... a
cho que uma arvore responderia que a Base de tudo seria uma raiz.

Mas enfim, vamos a visita, hoje foi muito importante e foi legal. Um senhor disse que era bom ver algo novo e que queria ver algo melhor do que fazíamos sempre. Daí tentei mostrar que na verdade sou um helicóptero. Ele disse que melhorei um pouco. Jack Banana fez malabares com bolinhas e com animais de pelúcia, ele disse que melhorou um pouco. Tutatis disse que tava tudo horrível , e nos ajudou em cena, sendo um rato que me assustava, e eu pulava em Jack. O senhor disse que faltou um rabo no Tutátis. Tutátis fez um rabo com seu braço por debaixo da perna; O senhor disse que melhorou.

O Tutátis, como sempre, disse que estava uma droga. Eu gostei, melhorou um pouquinho.

Projeto de Pesquisa Ana Pio

Nesses últimos meses, o Gandaiá teve a honra de receber a palhaça Portuguesa com Certeza ANA PIU que está realizando um projeto de Pesquisa de Mestrado com o título: Na eternidade cabe lá todo mundo.

Segue seu projeto de pesquisa!

http://antropologias.descentro.org/seminarioppgas/files/2012/06/Ana-Figueiredo-2012.pdf


Participação do Gandaiá nos "Caminhos da Leitura"

Grupo de Clowns “Gandaiá” recebe Orientação Artística do Projeto Ademar Guerra

O grupo “Gandaiá”, da cidade de Indaiatuba, foi selecionado pela edição 2013 do Projeto Ademar Guerra para receber Orientação Artística. A orientação consiste na visita de um profissional de teatro nos ensaios do grupo, durante sete meses, para auxiliar e acompanhar o trabalho do grupo.

No caso do “Grupo de Clowns Gandaiá”, o Orientador designado para realizar o acompanhamento e desenvolvimento artístico do grupo é o ator, diretor e músico Ernani Sanchez, formado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi. Já dirigiu diversos espetáculos, como “Artaud Caligari ou Uma Sinfonia Sinestésica em Preto e Branco”, cujo texto foi inspirado livremente na obra de Antonin Artaud.

Neste ano, Ernani utilizará toda a sua experiência para contribuir com o processo teatral do “Grupo de Clowns Gandaiá”, um dos 60 grupos de teatro que serão atendidos pelo Projeto Ademar Guerra, em 52 munícipios do Estado.

Nos dias 13 e 14 de abril, 120 representantes dos grupos selecionados se reuniram na cidade de Tupã para a realização do Encontro Preparatório, evento que ofereceu uma qualificação inicial a estes grupos, antes do processo de Orientação.

As Orientações tem início a partir do dia 27 de abril e se encerram no mês de Outubro. Após esse período, os resultados das Orientações de todos os grupos são apresentados na Mostra de Compartilhamento e o Projeto entra em sua fase final.

O Projeto Ademar Guerra é um programa da Secretaria de Estado da Cultura realizado há 16 anos no Estado de São Paulo, e atualmente conta com a Curadoria Artística do diretor teatral Sérgio Ferrara e Coordenação Geral do consultor e pesquisador Aldo Valentim.
Para mais informações sobre o Projeto Ademar Guerra, acesse http://oficinasculturais.org.br/projeto-ademar/ ou pelo telefone (11) 4096-9837

terça-feira, 18 de junho de 2013

Os 10 mandamentos do PALHAÇO

Por: Payaso Chacovachi


LOS DIEZ MANDAMIENTOS DEL PAYASO 

ojala les haga provecho y se trasforme en un erupto que se escuche en muchas plazas de 

este mundo

1-Se la exajeracion y no la caricatura de tu persona 

2-Nunca te enojaras con el publico ( no conviene )

3-Cuando estas en pista seras el centro del universo

4-nunca dudaras de tu material en escena

5-Ante el fracaso usaras la frase me chupa un huevo (y trataras de mejorar)

6-Nunca usaras material de otro payaso que trabaje en el mismo lugar/ plaza / ciudad

7-Estaras convecido de que si no es hoy será la próxima vez , pero encontraras el 

sentimiento que estas buscando

8-No rechazaras ningún desafio

9-Le estaras agradecido toda la vida a los que te han inspirado

Aunque no te caigan bien

10-Seras politicamente incorrecto


Tradução? Vá pro Google! Ou Bing. 

domingo, 13 de janeiro de 2013

O fim inevitável versus o amor infindável

Existe uma tristeza inexorável no ar de um lar de velhos. Aliás, são poucos os velhinhos que eu conheço particularmente que são felizes, fora e dentro de um lar de velhos. A velhice traz consigo uma solidão inerente, incoerente, e, paradoxalmente, absolutamente plausível. Afinal são anos e anos de luta para, no fim, enfrentar o fim. Apenas o fim. Sozinho.
E como curar essa tristeza, essa dor fatídica, o que podemos fazer pra ajudar sendo nós jovens antenados, adultos ainda energéticos e com todo vigor físico e mental?
Dá aí pra bolar um discurso mirabolante sobre humanização dos espaços que atendem idosos, melhoria dos investimentos públicos no setor, delegar a culpa para o governo, arremessar palhaços para dentro de asilos, longas e longas milongas.
Mas se existe algo singelo que aprendi com meu avô e minha avó que faleceram neste último ano, é que só o amor pode ajudar alguém a enfrentar o fim. Afinal, o fim não se enfrenta, se aceita. E é muito mais fácil aceitar o fim quando se tem certeza de que não se está só.
 Proximidade humana entre seres humanos, encurtamento da distância cibernética, amor. O piegas e mimimizado amor.
É difícil visitar um idoso. Superficialmente, toma tempo, e tempo é dinheiro, tempo é tempo, e ninguém mais perde tempo hoje em dia. Tudo é rápido. E mesmo que abertamente não se diga isso devido a uma falsa e mórbida responsabilidade moral, não se visitam os velhinhos porque é uma grande perda de tempo. Eu tenho uma tia estupendorosamente bondosa e sábia, que fica sentada na janela do quarto dela esperando as pessoas pararem e falarem com ela. E pergunte-me se alguém pára? E pergunte-me se eu paro? Ninguém para.
Numa análise mais profunda dói visitar um idoso. Adentrar nos olhos de um idoso e ver sonhos que possivelmente não mais se concretizarão, dores escondidas, escolhas erradas. Isso nos faz pensar sobre nossas próprias escolhas. E nossas escolhas tem nos isolado, o que nos deixa com uma dúvida pairando: estarei eu só quando chegar a hora do meu ato final?
O que me faz chegar a conclusão desta pequena dissertação, que não é mais um puxão de orelha ridículo sensacionalista, e sim uma constatação simples e universal. Sem amor os idosos serão tão tristes e melancólicos quanto nós sentados em nossas poltronas confortáveis. Gigantescos livros esperando para ser abertos, todas as verdades do universo, e não temos tempo para ler estes livros, e temos medo de ler estes livros. Visite um idoso ainda hoje, e ganhe absolutamente de graça a retribuição de um sorriso sincero.



Postado por Jack Banana, que estava de férias trabalhando na empresa de Produtos Invisíveis S/A.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Gandaiá no Novembro em Cena

O mês de Novembro é mês especial para o teatro aqui em Indaiatuba. É quando acontece o Novembro em Cena, realização da Secretaria de Cultura de Indaiatuba que conta com diversas atividades dedicadas as artes cênicas nas suas mais variadas características. Para o Gandaiá o próximo sábado (10/11) é um dia ainda mais especial, pois teremos uma manhã inteira dedicada ao palhaço e ao teatro de rua, uma combinação bombástica que a gente adora! Tudo vai acontecer na praça Dom Pedro (aquela do ponto de ônibus no centro): as 10 horas apresentamos o espetáculo "Como Panquecas", montado esse ano com o apoio do Projeto Ademar Guerra. Logo em seguida, as 11 horas, quem se apresenta são os palhaços Lambreta e Mereceu, do Triolé Cultural, com o espetáculo "Qual a graça de Laurinda?". Tudo no espaço público, no espaço do povo, pra quem quiser ver e ouvir. Esperamos vocês lá!

Então anota aí: dia 10 de novembro, sábado, na praça Dom Pedro, às 10 horas da manhã. E pra quem ainda tá na dúvida se vale a pena acordar sábado de manhã pra ir assistir "Como Panquecas", vão aí algumas informações pra atiçar a curiosidade:


"Como Panquecas", apesar do nome, não é uma peça sobre culinária. É, sim, uma história absolutamente 'ficcional' sobre o trabalho e suas relações de (pequeno) poder. A peça - escrita, montada e encenada por um bando de palhaços - mostra a vida de três proletários babacas supervisionados por um carrasco carente sob a tutela de um chefe ganancioso e exótico. Ligados por algo comum, mas com objetivos e comportamentos diferentes, os cinco se entrelaçam em relações típicas da sociedade do trabalho. A montagem foi realizada com o apoio artístico do Projeto Ademar Guerra. E as panquecas? Bem, só assistindo pra saber!

Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Bruno Ferreira, Gabriel Cavalli, José Olegário Neto, Marcus Mazieri e Vinicius Dantas Denny
Cenografia e Figurino: Grupo Gandaiá
Operação de som: Camila Gomes
Produção: Camila Gomes e Elton Rigotto Genari
Apoio Artístico: Projeto Ademar Guerra
Orientação Artística: Alexandre Dal Farra

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

E deu no jornal, de novo!

Sem autoria. Grupo Gandaiá comemora 4 anos de atuação. Semana em Destaque, Indaiatuba, 28 de setembro a 4 de outubro  de 2012. Caderno Geral, pág.36.



Gandaiá no jornal!

Sem autoria. Gandaiá comemora aniversário neste domingo. Mais Expressão, Indaiatuba, 28 de setembro de 2012. Caderno Cultura & Lazer, pág.21 A.






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A festa dos 4 anos!


Ontem foi, com certeza, um dia inesquecível para todos nós do Gandaiá. Completamos mais um ano de vida (agora já são quatro) e comemoramos junto de pessoas queridas, sejam essas conhecidas ou não. Isso porque fomos pra rua, pros lugares públicos, pros lugares de encontro, pros lugares em que o sentido da vida é realizado através da relação. É essa a palavra, relação, que nos motiva a continuar por mais anos e anos com nossa pesquisa artística que resulta nos trabalhos de visitação em asilos e orfanatos; de apresentação de teatro em lugares públicos como praças e instituições; e de aprendizagem com projetos educativos, vivências e encontros abertos. É na relação com o mundo, com a cidade, com o lugar que o Gandaiá se fortalece e se torna significativo, repleto de sentido para quem dá e para quem recebe, para quem faz e para quem ajuda a fazer, enfim, para quem se relaciona. É com essa idéia e com essa força que o Gandaiá completa 4 anos, mais consciente e realizador do que nunca, ativo e motivado como sempre.

Falar desses 4 anos daria um livro (não é uma má ideia hein?), então vamos nos ater aqui aos acontecimentos da incrível comemoração que aconteceu ontem, dia 30 de setembro de 2012. De manhã, na praça Dom Pedro, fizemos um ensaio aberto da nova montagem de teatro de rua carinhosamente intitulada "Como Panquecas", realizada com o apoio do Projeto Ademar Guerra e a orientação artística de Alexandre Dal Farra. Apesar da disputa sonora acirrada com os carros de som vendendo ilusões em forma de números e do pequeno desentendimento com o fiscal que nos confundiu com 'vendedores de votos', conseguimos atrair muitas pessoas (algumas delas com fortes laços sanguíneos, é verdade) para ver a saga dos funcionários 1, 2 e 3 nos descaminhos da vida na sociedade do trabalho, sempre pressionados pelo supervisador com sede de pequeno poder e pelo chefe com mania de alta produtividade e muito lucro. A apresentação agitou a praça e promoveu muitos risos, gargalhadas e reflexões, juntando em uma semi-circulo pessoas de todas as idades, tipos e jeitos.

Depois desse up, aproveitando a energia maravilhosa do teatro de rua, fomos a tarde para o Casarão Pau Preto continuar as comemorações. Tivemos um bate-papo muito bacana sobre a pesquisa e o trabalho do Gandaiá, aproveitando para mostrar alguns vídeos de grandes palhaços em ação pelo mundo. E depois, claro, tinhamos que representar Indaiatuba nessa palhaçada e fomos mostrar algumas esquetes cuidadosamente ensaiadas 10 minutos antes para as pessoas presentes, aproveitando para brincar de ser feliz e imendar um "Parabéns pra você" cantado em coro, com direito a "Com quem será?", velinha apagada coletivamente e comilanças com bastante açucar e afeto. E assim terminou a festa, com crianças, adultos e palhaços juntos, comendo, sorrindo, brincando... vivendo.

Que venham muitas outras festas de aniversário, sempre com a participação de todo mundo e do mundo todo, sempre com a alegria consciente do palhaço que faz rir para libertar, sempre com a luminosidade do olhar das crianças, sempre com a união das pessoas em torno do amor. Que o próximo ano seja de muita inspiração para todos, gratidão!

domingo, 23 de setembro de 2012

Aniversário de 4 anos do Gandaiá!


É com enorme prazer e tesão que o Grupo Gandaiá convida você (você mesmo que está lendo) pra nosso aniversário de 4 anos de existência. Pois é, foi em setembro de 2008 que este grupo de palhaços foi formado por dois amigos desajuizados, como vocês bem já sabem.

Mas chega de papo furado e vamos ao que interessa: o que vai rolar nesse aniversário? Balada? Bolo? Bobagem? Talvez sim, talvez não, talvez seja a hora de você parar de fumar (?). O que vai mesmo rolar nesse dia especial é o que tá no cartaz acima, mas que eu escrevo aqui em baixo pra garantir:

- Um ensaio aberto da nossa nova montagem  de teatro de rua(realizada junto ao Projeto Ademar Guerra) intitulada toscamente de "Como panquecas", que trata de temas como... ah, qualé, vai lá ver e descubra!

- Um bate-papo interativo sobre o "trabalho" (ai que palavra feia!) realizado pelo grupo nesses 4 anos de existência pacifica, aproveitando também pra falar um pouco dos palhaços desse mundão que tanto nos inspiram e expiram.

- Apresentação de algumas das mais bacaninhas esquetes dos palhaços imbecis que formam essa trupe conhecida como Grupo de Clowns e Palhaços Gandaia de Indaiá ou simplesmente Gandaiá.

- E claro, não podia faltar, uma festinha 'pra xaveca as mina' e comer bolo como se o mundo fosse acabar em dezembro de 2012.

Isso tudo acontece em dois lugares e horários: a partir das 10h o ensaio aberto na praça Dom Pedro II (Rua Quinze de Novembro, s/n - Centro) e a partir das 14h todo o resto da progamation no Casarão Pau Preto (Rua Pedro Gonçalves, 477 - Jardim Pau Preto).

Contamos com a ilustre (ou apagada, tanto faz) presença de todos vocês, indepentende de credo ou asco.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Poltrona, o que é clown?


Afinal, o que é clown? O que é palhaço? Tentando responder essa pergunta pertinente que nunca tem resposta achei uma interessante definação do grande palhaço Tortell Poltrona, fundador do "Payasos Sin Fronteras" (Palhaços sem fronteiras) e criador do Circ Cric.

A pergunta feita a ele foi: O que é clown?

Eis a resposta de Poltrona:

Um provocador de sensações e sentimentos.

Um poeta da arte da poesia cênica.

O palhaço é aquele que busca momentos de imortalidade. É como uma criança que não sabe o que é a morte.

O palhaço é como uma criança que não tem vergonha de expressar seus sentimentos. Quando você se torna adulto, você começa a mentir e seu palhaço natural morre.

Clown X Comediante: O palhaço usa um vocabulário de sentimentos puros. O comediante trabalha com a realidade do sexo, da religião, da política...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Clowns unidos serão mais assistidos!

Puxa, existem por aí vários vídeos e fotos de clowns de todo o mundo, de várias épocas, nacionalidades, estilos... Mas, mesmo com o Google, as vezes fica dificil de achar boas referências para assistirmos e apreciarmos. Pensando nisso que a postagem de hoje é pra mandar um link especial, o tumblr Clowns United.

Eis o link: http://clownsunited.tumblr.com/

Esse tumblr é especialmente dedicado a arte do clown, palhaço, payaso, pitre, augusto, bouffon, komiker, buffone, hanswurst, pagliaccio, enfim, do jeito que queira chamar em qualquer lugar do mundo. Lá encontramos videos e fotos de artistas que usam a comicidade como base parar criar cenas e intervenções surpreedentes, inesperadas, emocionantes, ah... deu pra entender né? Dá uma olhada lá! 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um pouco sobre o riso.


Em uma das andanças no mundo virtual nos deparamos com algo muito peculiar que juntou duas coisas que fazem parte da realidade de muitos gandaieiros: Yoga do Riso. O site oficial do Yoga do Riso conta que o Médico Madan Kataria e sua esposa Madhuri, que é professora de Yoga, tiveram a ideia de fomentar o riso nos parques públicos de Andheri, Mumbai, na Índia. A iniciativa foi um sucesso e os clubes do riso espalharam-se rapidamente por outras partes da cidade, do país e até do mundo. O site também nos fala dos benefícios do riso, que tem tudo a ver com o que o Gandaiá procura realizar nas apresentações de teatro de rua e nas visitas aos asilos e orfanatos. Seguem alguns benefícios:

- O riso mantém-nos saudáveis já que enriquece o sangue com amplos suplementos de oxigénio.

- Rir ajuda a tirar os efeitos negativos do stress e fortalece o nosso sistema imunológico.

- Ajuda a controlar a pressão sanguínea.

- Alivia a dor e nos da uma sensação de bem-estar com a libertação de endorfinas.

- É um efectivo antídoto para a depressão, a ansiedade e as desordens psicossomáticos. O riso produz serotonina que é o anti-depressivo natural.

- É excelente para realizar uma massagem interior.

- Dá-nos um ar feliz na face e faz brilhar os nossos olhos já que quando rimos estimulamos as glândulas lacrimais.

É por essas e outras que o Gandaiá busca sempre levar o riso (e o sorriso) para as pessoas, independente do tipo, cor, tamanho e até presença/ausência dos dentes. Rir é gostoso, prazeroso e não tem nenhuma contra indicação. Então que tal rirmos um pouco? Ria mais, mas se tiver dificuldade, chame um palhaço pra te ajudar!